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– Enviado em 31/01/2018

Comércio caxiense encerra ano em alta

 

Comparado a novembro mês de dezembro apresentou crescimento de 18,67%

 

O Termômetro de Vendas de dezembro de 2017 da Câmara de Dirigentes Lojistas de Caxias do Sul (CDL Caxias), foi apresentado nesta terça-feira (30/12) à tarde, na CIC Caxias, e lançou as informações da economia do município durante este período.

O comércio caxiense encerrou o último mês do ano com um crescimento de 18,67% em comparação com o mês de novembro, que apresentou saldo de 10,09% positivo. Em relação a dezembro de 2016 o ramo também demonstrou crescimento, desta vez de 12,58%.

Conforme o assessor de economia e estatística da CDL Caxias, Mosár Leandro Ness, o resultado animou o setor, visto que nesta época do ano, onde são realizadas as comemoração de Natal e Reveillon, tem por característica uma boa performance nas vendas. “Após um período de dificuldades a recuperação do setor vem se consolidando ao longo dos últimos meses do ano de 2017. O cenário de dificuldades ainda não dissipou por completo, todavia, entre idas e vindas a economia caxiense a cada mês que passa, caminha para sua plena recuperação”, explica.

Para Ricardo Regal Comandulli, diretor de Pesquisa, Informação e TI da CDL Caxias, a expectativa de venda foi superada, porém ainda é preciso cautela. “O clima não é de otimismo total no setor, mas os dados já se mostram muito melhores do que nos anos anteriores. Em dezembro de 2017 a previsão de venda foi até superada em vários segmentos. Fomos muito conservadores na expectativa, devido ao histórico de 2015 e 2016 do Natal não trazer o alento e o faturamento desejado, mas com clima de otimismo pairando em todos os setores, a tendência é de melhora em 2018”.

 

Empregos

 

No setor de emprego Caxias do Sul apresentou saldo negativo de contratações. Foram 2.450 vagas a menos. Nos 12 meses de 2017 o saldo também foi negativo, porém um pouco menor, 576 vagas a menos. “Por outro lado, no longo prazo pode-se observar que a taxa de desemprego vem demonstrando uma melhora nos últimos meses do ano com quedas constantes o que denota uma recuperação no quadro”, destacou Ness.

A Indústria de Transformação, setor que mais foi atingido pela crise, vem se recuperando. O mês de dezembro registrou um saldo de -1.360 contratações. Já no cumulado de 12 meses o saldo foi positivo, com 281 vagas.

No Comércio, o setor apresentou dado positivo de 2 vagas. Entretanto, no ano de 2017 o saldo de contratações foi negativo, 19 vagas a menos. No acumulado de 12 meses o comércio também apresentou  menos 19 vagas.

 

Inadimplência

 

O estoque de dívidas no mês de dezembro teve um aumento de cerca de 26,64% quando comparado ao mesmo mês do ano anterior (dezembro/2016). Em comparação ao mês de novembro de 2017, foi registrado um aumento de 2,02%. Já as exclusões de débitos sofreram aumento de 48,45% em relação ao ano anterior (dezembro/2016). Em comparação ao mês anterior (novembro/2017)  houve aumento de 63,18%.

As inclusões de CPFs no SPC aumentaram em 0,60% em relação ao mesmo período do ano passado (dezembro/2016) e diminuíram 2,39% em relação ao mês anterior (novembro/2017).

 

Ramo duro

 

No ramo duro a variação entre novembro e dezembro de 2017 sofreu um aumento de 16,28%. Em termos reais, descontada a inflação houve uma expansão nas vendas de 12,27% e no acumulado de 12 meses observou-se um crescimento positivo de 12,27% contra 10,90% do mês anterior (novembro/2017).

Observando este setor no mês de dezembro, em termos nominais, os ramos com desempenho positivo foram de Informática e Telefonia (15,40%); Automóveis, caminhões e autopeças novas (28,68%); Óticas, Joalherias e Relojoarias (48,28%); Material elétrico (0,61%); além de Eletrodomésticos, Móveis e Bazar (48,89%). Porém o setor de Material de Construção e Implementos Agrícolas sofreram retração (-3,86% e -13,53% respectivamente)

 

Ramo mole

 

No ramo mole a variação entre novembro e dezembro de 2017 também foi positiva de 27,51% contra 4,71% do mês anterior  (novembro/2017). Já em termos reais, descontada a inflação a variação sob o mesmo período do ano anterior (dezembro/2016) é de -10,38% e no acumulado de 12 meses temos uma queda de -10,38%. “Observa-se aqui que a recuperação desse ramo começa a se consolidar no final de 2017, já que os números estão apresentando uma evolução favorável”, complementa Ness.

No ramo mole, o desempenho positivo ficou por conta de Vestuário e Calçados e Tecidos (53,52%); Produtos Químicos (2,05%); Farmácia (11,62%); além de Livraria, Papelaria e brinquedos (47,40%). Com isso, pode-se afirmar, que embora o ramo ainda oscile em comportamento existe uma tendência de recuperação.

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