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– Enviado em 07/02/2014

O resgate do atendimento personalizado usando a tecnologia é a grande tendência do varejo mundial

Evento realizado pela CDL Caxias trouxe aos associados as novidades apresentadas em convenção do comércio norte-americano cuja principal aposta é a aproximação do cliente.



As tendências mundiais do varejo apresentadas na Convenção Mundial de Nova York (NRF 2014) apontam o resgate do atendimento à moda antiga, que busca conhecer o cliente na intimidade a ponto de chamá-lo pelo nome. Porém, a grande novidade que o século XXI oferece é a tecnologia, que é um meio de se aproximar e encantar o consumidor. As informações foram transmitidas durante o primeiro Cardápio do Comércio de 2014 da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Caxias do Sul, realizado nesta quinta-feira (06), na CIC. Os painelistas convidados, e participantes do evento norte-americano, foram o presidente da FCDL-RS, Vitor Augusto Koch, o coordenador de Projetos para Empresas do Comércio e Serviços do Sebrae/RS, Fabiano Zortéa, a vice-presidente da CDL Analice Carrer e a diretora Comercial e de Marketing da NL Informática, Grasiela Tesser.

O presidente da CDL Caxias, Davenir Darci Dreher, ressaltou a importância da iniciativa da entidade. "A CDL nunca tentou ensinar ninguém a vender, porque todos vocês sabem vender; o propósito da CDL é mostrar tendências e oportunizar conhecimentos para tornar o varejo de Caxias e região ainda mais qualificado e competitivo", definiu.

Coube ao presidente da FCDL-RS, Vitor Augusto Koch, a projeção do cenário econômico para o varejo em 2014. De acordo com ele, 2014 tende a ser melhor do que 2013 para o Brasil e para o Rio Grande do Sul. "Teremos crescimento mais acelerado nesse ano. As eleições, a Copa do Mundo, a perspectiva de uma boa safra agrícola e uma situação cambial favorável para a exportação aparentam ser os pontos chaves para os negócios em 2014. As projeções da FCDL apontam alta ao redor de 7% no volume de vendas, lembrando que a economia do RS ainda está com base comparativa deprimida dada a recessão de 2012", afirmou Koch.

Por outro lado, o presidente da FCDL pontuou alguns entraves do segmento que precisam ser superados, tais como: substituição tributária, ICMS de fronteira interestadual e atraso na regulamentação dos Free Shoppings de fronteiras. Além dos desafios gerais da economia nacional devido ao Custo Brasil.
O coordenador de Projetos para Empresas do Comércio e Serviços do Sebrae/RS, Fabiano Zortéa, trouxe dicas da convenção sobre como os lojistas podem fazer para tornar seus negócios diferentes e relevantes ao consumidor. "Precisamos conhecer os dois C's: comportamento dos consumidores. Para isso os empresários devem estar antenados, conversando com os vendedores que por sua vez estão ouvindo o que os consumidores estão falando sobre as lojas para assim ter mais efetividade nos negócios", enfatizou.

Segundo Zortéa, as redes sociais são um canal fantástico para entender o comportamento do consumidor. "O que se discutiu lá é que o e-mail está obsoleto porque não há como saber se o cliente ainda está interessado. Considerem a possibilidade de usar o Facebook não só para vender, mas para conversar com os clientes e se relacionar com eles", salientou.
Para ele, na perspectiva do cliente o que importa é a experiência da compra e não apenas o produto em si, independentemente do canal: online ou ofline. "Temos que esquecer a competição por preço. A gente tem que entregar valor. Cada vez as pessoas têm menos tempo e querem se sentir bem fazendo compras. Tem que pensar no ar-condicionado, no som que o cliente quer ouvir... As lojas têm que proporcionar espaços que provoquem sensações boas", concluiu.

A vice-presidente da CDL Analice Carrer evidenciou a necessidade de resgatar valores antigos, como o atendimento atencioso e personalizado, e usar a tecnologia a favor disso. "O relacionamento com o cliente é o principal ponto. Ele quer atendimento único, quer ser chamado pelo nome e se sentir tão à vontade na loja como em casa", observou. Conforme ela, os palestrantes da NRF 2014 argumentaram também que o e-commerce não significa o fim do varejo físico, pois apesar de cobrir uma lacuna da necessidade do cliente, a interação física vai continuar.

O último painel do evento ficou por conta da diretora Comercial e de Marketing da NL Informática, Grasiela Tesser. Ela trouxe um olhar sobre as novidades tecnológicas apresentadas nos EUA. "A tecnologia ajuda a aproximar o consumidor do produto, a ter uma boa experiência na loja, a criar convergência on-line e off-line, a ter experiência de pagamento e o ponto mais importante, a conquistar o engajamento do cliente, que passa a se tornar um embaixador da marca", opinou.

Grasiela destacou, ao final, que em um mundo onde todo mundo compartilha e segue os outros, as pessoas ficaram iguais, mas querem ser diferentes. "Uma das grandes coisas que se falou na NRF foi a customização. Hoje o cliente é fiel ao seu desejo e não mais a loja. Precisamos saber o que o consumidor quer e entregar isso a ele de forma personalizada", frisou.

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